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quinta-feira, 27 de março de 2014

Cidades Livres - Astapor



Astapor é uma das principais cidades-estado da região conhecida como Baía dos Escravos, famosa por comercializar prisioneiros de inúmeras cidades e reinos caídos ao longo do Velho Continente. Seu emblema é uma harpia segurando algemas nas garras. Até a chegada do Feiticeiro Lizandrus e da Sacerdotisa de Namira, a cidade era governada pelos Bons Mestres. Situa-se próxima à foz do Rio dos Vormes.

Pano de fundo histórico

Situada ao sul da Baía dos Escravos, a cidade é um ponto de parada obrigatório para os navios que pretendem percorrer a Grande Rota. Por este motivo, o Porto de Astapor é visitado todos os dias por embarcações de várias regiões do mundo, vindas de lugares distantes como o Continente Negro, das Terras da Noite Eterna, ao Norte, e até mesmo dos confins do Extremo Oriente. Grandes muralhas protegem a cidade de ataques por terra e por mar; somando-se a isso, foram construídas muralhas internas que dividem a cidade em três distritos, garantindo para Astapor a fama de "cidade impenetrável".

Desde os tempos imemoriais, a cidade era governada pelos Bons Mestres, que mantinham um acordo político com as demais cidades da região, de forma a manter o crescimento mútuo e a população controlada. Porém, com a chegada do Feiticeiro Lizandrus, o acordo foi quebrado e o governo de Astapor foi derrubado pelo próprio povo. Seduzindo os cidadãos com promessas de liberdade e igualdade, Lizandrus quebrou as correntes dos escravos e formou seu próprio exército, com o objetivo de conquistar as demais cidades da Baía dos Escravos. 

Uma a uma, todas elas foram sendo reduzidas a pó, restando apenas duas: Meereen e Yunkai. Sem escolha, seus líderes foram forçados a se render, e as cidades foram poupadas da completa destruição. Os Bons Mestres foram mortos, incluindo todos os seus possíveis descendentes, e o povo sonhava com a tão tardia liberdade. Porém, o Feiticeiro Lizandrus não cumpriu totalmente sua promessa, transformando os sobreviventes das cidades derrotadas em escravos e recompensando os combatentes com títulos de nobreza, se autoproclamando Rei da Baía dos Escravos. Não havia liberdade ou igualdade para todos. 

Contentes com seus novos títulos, os recém nomeados nobres de Astapor sufocaram os últimos resquícios de rebelião, e reergueram as cidades de Meereen e Yunkai. As famílias mais poderosas se tornaram representantes locais do Rei, chamados de Regentes. As demais cidades nunca mais foram reerguidas, permanecendo em ruínas. O Rei Bruxo, como era conhecido, se casou com uma sacerdotisa da Princesa Daédrica Namira, chamada Nefertari Núbia, dotada de uma beleza extraordinária. Se convertendo à religião e cultura da esposa, Lizandrus abandonou seu antigo nome e passou a se chamar Xaro Xhoan Daxos. 

Nos últimos anos, ocorreram várias tentativas de assassinar o Rei, todas até agora, sem sucesso. Acredita-se que um grupo de mercenários contratados por um ou mais sobreviventes da linhagem dos Bons Mestres esteja por trás dos atos, ou até mesmo uma sociedade ou aliança rebelde desconhecida. Uma coisa é certa: apenas o sigilo de suas identidades não será o bastante para protegê-los da total aniquilação.


Pontos de Interesse

- Palácio da Glória de Astapor;
- Câmara do Olho Negro;
- Colosso da Harpia de Ghis;
- Quartel Militar;
- Companhia das Índias Orientais;
- Mercado dos Escravos;
- Feira Livre de Astapor;
- Grande Capela de Namira;
- Lojas de itens, tecidos e especiárias;
- Lojas de livros, acessórios e pergaminhos;
- Bordel Flor de Lis;
- Bordel Mãos de Fada;
- Pátio dos Vermes;
- Praça Central de Astapor;
- Estátua de Lizandrus;
- Guilda dos Mercadores de Escravos;
- Forte do Diabo;
- Forte da Harpia;
- Porto de Astapor;


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Província de Cyrodiil - Leyawiin




Leyawiin é uma cidade costeira fortificada, localizada na região sul de Cyrodiil, ao oeste de Blackwood. O Condado de Leyawiin está situado em torno da bacia sul do rio Niben, fazendo fronteira com Black Marsh ao leste, Elsweyr ao oeste, e Baía Niben ao sul. Situados na margem ocidental sul do baixo afluente do rio, os Portões da Água regulam a passagem do rio entre a Capital e o Mar Estreito, garantindo extrema importância política e comercial à cidade.

O castelo de Leyawiin é uma poderosa fortaleza, com imponentes paredes de pedra e muitas guarnições fortes. O povo é alegre e próspero, mesmo estando tão perto dos desertos pantanosos de Blackwood. As ruas são largas e brilhantes, cheias de casas grandes e confortáveis, frutos do comércio crescente, que favoreceu uma expansão econômica local.

Há árvores e arbustos floridos em todos os lugares, e praças pacíficas e lagoas para contemplação silenciosa. Sua população é composta significativamente de pessoas de várias regiões do outro lado do mar e além, o que faz da cidade uma mistura de várias culturas distintas.

Um dos maiores orgulhos da população e da nobreza local é a frota militar, considerada a maior e a mais eficiente de toda a província. Dois terços da frota pertencem à Casa Velaryon, que regula a entrada e saída de suprimentos vindos do outro lado do Mar Estreito.

Lorde Daemon Velaryon, da imponente Casa Velaryon, é o atual Conde de Leyawiin e sua noiva recente, a adorável e bela Alessia Caro, é a filha do justo e confiável Marius Caro, nobre da cidade de Chorrol. Os Velaryon são partidários enérgicos dos Pendragon, e trabalham incansavelmente para manter vivos os valores tradicionais na região.

Por sua grande proximidade às províncias de Elsweyr e Black Marsh, a cidade é constantemente alvo de bandidos e mercenários vindos do Caminho Verde, além de investidas de tribos das Terras Alagadas, que são normalmente controladas pela guarda local e pela força militar dos Velaryon.

Pontos de Interesse

- Castelo de Leyawiin
- Forte do Dragão Marinho
- Grande Capela de Zenithar
- Quartel Militar
- Guilda dos Mercadores de Leyawiin
- Salão da Companhia Blackwood
- Taverna das Três Irmãs
- Estátua da Donzela Solitária
- Lojas de armas, acessórios e equipamentos
- Lojas de itens, tecidos e especiarias
- Serralheria Blackwood
- Alojamento dos Marinheiros
- Forte Niben 
- Portões da Água
- Porto de Leyawiin







sábado, 1 de março de 2014

Província de Cyrodiil - Bravil


A cidade de Bravil está localizada ao sul da província de Cyrodiil em uma pequena península na foz do rio Larsius, e de lá segue para desaguar na Baía de Niben. Ao observarmos a arquitetura das construções, é possível notar que a população de Bravil é uma das menos ricas da região, talvez devido a crescente alta na taxa de criminalidade.

Para ir de um extremo ao outro da cidade, é preciso atravessar duas pontes. Além disso, grande parte das casas da cidade, principalmente as mais próximas ao rio, foram construídas de forma a ficar umas sobre as outras, e estas últimas sobre uma base de quatro colunas, para prevenir cheias.

O comércio do porto da cidade é uma faca de dois gumes, trazendo crescimento econômico para as classes mais abastadas, mas ao mesmo tempo, aumentando exponencialmente a taxa de criminalidade e a pobreza dos menos favorecidos, o que é evidente pelo contraste social dentro e fora dos muros.

Desde a queda da antiga Casa Reyne, os membros da família Gryffindor são historicamente responsáveis pelo governo local, mas devido a ausência de seus principais representantes e a idade avançada do líder da família, Lorde Roderick Gryffindor, o governante é geralmente nomeado entre os seus nobres vassalos.

Atualmente, a tutela da cidade de Bravil está sob o comando do Conde Regulus Terêncio. Outrora um famoso campeão de torneios de justa, o Conde é descrito pela nobreza como um bêbado fanfarrão e é desprezado pelos outros líderes políticos.

Pontos de Interesse

- Fortaleza Bravil;
- Mansão dos Gryffindor;
- Guilda dos Guerreiros de Bravil;
- Grande Capela de Stendarr;
- Capela de Mara;
- Estátua da Velha Dama Sortuda;
- Estátua de Sir Tytos Reyne, o Leão Dourado;
- Lojas de armas e equipamentos;
- Lojas de itens e acessórios;
- Velha Biblioteca de Bravil;
- Forte do Leão Dourado;
- Porto de Bravil;

Mapa da Cidade de Bravil



Província de Cyrodiil - A Cidade Imperial, Capital do Reino da Bretanha


Pano de fundo histórico: A Cidade Imperial é o coração da província de Cyrodiil e a capital de todo o território conquistado pela Dinastia Pendragon. Desde a Era Mítica até os tempos atuais, uma magnífica construção de pedra conhecida como a Torre Branca de Ouro continua a ser o epicentro político e cultural da região. Construído em sua base, está o Palácio de Mármore, lar da realeza e de sua majestade, o Rei do Trono de Pedra.

O branco resplandecente está presente em quase todas as estruturas e detalhes, e várias estátuas talhadas em mármore decoram as praças e prédios importantes, traços que remontam à arquitetura do antigo Império Ayleid, cujas ruínas serviram como base para a construção da cidade.

Abaixo da cidade, existe um complexo sistema de esgoto, bem como várias estruturas arruinadas e túneis que levam a labirintos ayleidianos. Apenas um pequeno número desses labirintos e esgotos foram mapeados, sendo controlados e mantidos de forma regular pela guarda da cidade. Porém, grande parte desses túneis e ruínas não o são, e a guarda se esforça para impedir o acesso de aventureiros e pessoas suspeitas, aconselhando-os a permanecer na superfície. Alguns desses túneis são utilizados por bandidos e malfeitores, mas poucos são aqueles que se arriscam por muito tempo nesses lugares.

Acima do solo, a Cidade Imperial pode ser vista claramente por milhas. A arquitetura é ornamentada e suntuosa, refletindo a riqueza e importância do local. Seus muros, altos e imponentes, se estendem ao longo de toda a circunferência formada a partir da Torre Branca de Ouro, protegendo de forma eficiente o território de possíveis atacantes.

Os Distritos

Na cidade, há um total de sete distritos principais: o Distrito Real, o Distrito Comercial, a Arena, a Praça de Tiberius, o Distrito do Templo, o Arboretum e o Distrito dos Nobres. Há também três distritos menores, sendo dois destes murados, mas localizados fora da cidade propriamente dita: a Universidade Arcana, que está localizado a sudeste, e o Quartel Militar, onde também está localizada a Prisão, na direção nordeste. O último distrito está localizado fora dos muros, um complexo de favelas e estabelecimentos comerciais ligados ao porto da cidade, chamado de Distrito do Porto, a sudoeste da cidade.

O Distrito Real é o bairro central da Cidade Imperial e onde está erguida a Torre Branca de Ouro e o Palácio Real. Os inúmeros Reis que se sucederam durante a dinastia Pendragon, juntamente com os membros do Conselho Branco, governam as províncias da Bretanha do Palácio Real. Os Tomos Antigos, poderosas ferramentas de sabedoria e conhecimento também estão localizados dentro dos limites da Torre Branca de Ouro, e são guardados com devoção fanática pelos sacerdotes cegos do Culto da Mariposa Ancestral e pela própria Guarda Real. 

Um cemitério utilizado para o enterro da nobreza de Cyrodiil e outras pessoas importantes rodeia o Palácio Imperial, mas segundo manda a tradição, a família real deve ser cremada, sendo erguidas estátuas em homenagem a seus membros no Mausoléu dos Pendragon. Deste ponto, seis portas levam aos outros bairros da cidade, seguindo pelo caminho verdejante. Há também um cemitério destinado ao restante da população localizado no Distrito do Templo.

O Distrito dos Nobres, bairro predominantemente residencial, está localizado ao noroeste da cidade. A maioria das famílias importantes vive aqui. Há também uma quantidade razoável de hotéis e pousadas luxuosas, que sobrevivem às custas da nobreza de outras províncias e de ricos comerciantes de passagem na cidade.

A Praça de Tiberius, localizada na região oeste da cidade, é exclusivamente uma área residencial e onde está localizado o portão principal da Cidade Imperial, que a liga à Estrada do Rei. No centro da praça, há uma estátua do Rei Tiberius I, coroado pelos Imortais ao término da Batalha dos Cinco Exércitos.

O Distrito do Templo é também uma área residencial e local do magnífico e antigo Templo do Um. Este templo é quase tão antigo quanto a Torre Branca de Ouro e foi construído na Era Antiga, após a criação do Império Alessiano, erguido das ruínas dos Ayleid pela Rainha Feiticeira Alessia. O templo foi construído em honra ao deus Pelor, considerado pelos povos antigos como senhor do Sol. Mesmo nos dias atuais, o culto a Pelor ainda é forte, principalmente na província de Cyrodiil, mas a presença dos Nove é cada vez maior. O portão sudoeste da cidade conecta o Distrito do Templo ao porto.

O Arboretum é um jardim localizado na região sudeste da Cidade Imperial. Neste bairro ficam as estátuas das nove divindades: Akatosh, Arkay, Dibella, Julianos, Kynareth, Mara, Stendarr, Talos e Zenithar. A estátua de Talos está localizada no meio do Arboretum, rodeada pelas estátuas de outros deuses. A porta de entrada para o sudeste do Arboretum leva à Universidade Arcana.

O Distrito da Arena é pouco povoado, sendo em sua maior parte composto por centros de treinamento, estábulos e depósitos, além da Arena propriamente dita, uma estrutura gigantesca, capaz de comportar um quinto da população da cidade. Lá são disputados os jogos reais, disputas para entreter os nobres, onde os cavaleiros competem em busca de glória e fortuna.

O Distrito Comercial é o bairro mais movimentado da Cidade Imperial. Todos os tipos de pessoas, de todas as províncias e até mesmo de além das fronteiras do Reino, podem ser vistos por lá. Inúmeros tipos de itens podem mudar facilmente de mãos aqui, de armas e armaduras até os mais exóticos ingredientes de alquimia e livros raros. Os comerciantes que se estabeleceram no Distrito Comercial são oficialmente regulados pelo Banco Real, administrado pelos Gryffindor, e pela Casa da Moeda, administrada pelos Slytherin. Além dos reguladores oficiais, os comerciantes criaram sua própria organização para controlar os preços dos itens e assim manter o equilíbrio econômico no Distrito, a Guilda dos Mercadores.

O Quartel Militar, separado das principais vias da Cidade Imperial, está localizado ao nordeste da cidade propriamente dita. É sede da Guarda da Cidade, bem como de seu arsenal, e é onde está localizada a Prisão. O local também está ligado a um antigo labirinto de ruínas ayleidianas, um fato que não é de conhecimento da população em geral. No entanto, a Guarda Real  e a Patrulha da Fronteira estão cientes desse fato e mantém as ruínas seladas.

A Universidade Arcana é a antiga sede da Guilda dos Magos em Cyrodiil, mas devido ao decreto do Rei Uther III, que proíbe o uso de magia dentro dos muros da cidade, a Universidade está fechada a todos os cidadãos, sendo disponível o acesso apenas à Biblioteca Central, atualmente administrada pelo Meistre Mankar Camoran.

O porto da Cidade Imperial está localizado a sudoeste dos muros. Esta é a região onde os navios de toda a Bretanha e de além mar aportam para negociar quase todo tipo de mercadoria. Uma rota subterrânea liga as favelas da Baixada das Pulgas ao Distrito do Templo. Os habitantes do Distrito são compostos principalmente das classes mais baixas da sociedade. Mendigos e bandidos são muitas vezes vistos rondando o bairro.

Mapa da Cidade Imperial:




sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

História - Organização XIII



Ninguém sabe como ou quando esse grupo de mercenários surgiu. Há pouco mais de dez anos, foram registrados os primeiros indícios de trabalhos sujos realizados pelo bando. Seus serviços já foram requisitados por muitas famílias nobres, e suas atividades abrangem até mesmo as terras do outro lado do mar estreito. Eles aceitam qualquer tipo de serviço, mas cobram muito caro e não costumam perdoar seus credores. Sua fama é péssima até mesmo entre os demais grupos de mercenários e ladrões. Eles se referem frequentemente aos membros do grupo como pessoas impiedosas e desprovidas de sentimentos.

Não se sabe ao certo se o bando possui algum tipo de hierarquia, liderança ou voz de comando. Rumores afirmam que o grupo é sempre composto por treze membros, que são substituídos apenas quando necessário, e portanto essa seria a explicação por trás do seu nome. Seus membros costumam atuar em duplas ou individualmente, pegando vários trabalhos ao mesmo tempo. Cada membro possui capacidades únicas de combate, tornando o grupo muito versátil e letal. Algumas pessoas chegam até mesmo a afirmar que os Treze juntos valem mais do que um pequeno exército.

Os rumores mais recentes no submundo do crime afirmam que a Organização XIII foi contratada por um grupo de cultistas chamado de Irmandade da Aurora Mítica. Não se sabe ao certo para que tipo de serviço, mas uma coisa é certa: onde quer que os Treze estejam envolvidos, sempre haverá uma sombra de tragédia e morte pairando no ar.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Personagens - Gregorius Lammergier


PROCURA-SE: "Lammergier, O Abutre"

Procurado em todas as províncias do reino por falsificação ideológica, conspiração, indução ao crime, formação de quadrilha, vandalismo, tortura, tentativa de assassinato, homicídio, latrocínio, mutilação e perversão, sendo a maioria desses crimes cometidos contra membros da nobreza.

Descrição: Caucasiano, de origem germânica, foi visto pela última vez usando um manto verde da tropa de exploração sobre trajes orientais. Mede em torno de 1,80 de altura, é magro, olho esquerdo aparenta ser cego, cabelos ralos e desbotados. Segundo relatos é um assassino frio e calculista, além de ser imprevisível e um exímio espadachim. Tem hábitos estranhos, aparenta sofrer de algum tipo de transtorno de personalidade, portanto, tenham cuidado.

Qualquer cidadão que tiver informações que levem à sua captura será bem recompensado. O anonimato é garantido. Se souber de alguma coisa, mesmo que pequena, procure um membro da guarda de sua cidade. Há recompensas menores para todo tipo de informação que se provar útil.

- Decreto expedido pelo Senhor Comandante da Guarda Real, Edric Gryffindor.

"Que a bênção dos Nove se perpetue sobre vós!"

domingo, 15 de dezembro de 2013

História - As Asas do Reino e o surgimento dos Brumas


"Liberdade, honra e justiça."

Há mais de meio século atrás, durante uma crise que ameaçou a dinastia Pendragon, surgiu uma facção dentro da Guarda Real, chamada de "As Asas do Reino", que ascenderia à tropa especial que atua nas fronteiras e províncias distantes, conhecida entre os populares como os "Brumas".

Tudo começou quando o perverso Parvius Pendragon ascendeu ao trono após assassinar o seu irmão e herdeiro por direito, Primus. A corte foi dividida e uma parcela da nobreza se posicionou contra à manobra política, uns por repúdio e inimizade ao vilão, outros por interesse político e alguns poucos por lealdade e honra. Longos anos de estratagemas e conspirações se seguiram, culminando em pequenos conflitos contra as famílias, que aos poucos foram enfraquecendo as guarnições das fronteiras, possibilitando assim aos bárbaros e rebeldes uma aproximação do território.

Desesperado para se manter no trono, Parvius orquestrou um verdadeiro banho de sangue, que culminou na erradicação da Casa Rayne, sua principal opositora. Esse fatídico episódio provocou a ira da nobreza, que finalmente decidiu declarar guerra total, incitando a população a se revoltar contra o tirano.

Nos anos que se seguiram à guerra, uma crise quase derrubou o Reinado da Bretanha, que ficou desprotegido a ataques exteriores. Milhares foram mortos, em sua maioria, cidadãos que não tinham relação com as disputas dos nobres. O conflito parecia longe de chegar ao fim, quando uma facção foi fundada por um grupo de desertores da Guarda Real.

Chamada de "As Asas do Reino", e pregando ideais como liberdade e honra, a organização, fundada na cidade de Bruma, foi conquistando cada vez mais membros entre populares e nobreza, culminando em um movimento centralizado, quando antes havia discrepância de interesses entre as famílias. Essa centralização de valores foi crucial para a vitória da oposição, que conseguiu derrubar as defesas da Capital na tentativa de destronar o Rei Parvius, que ao ver a queda da cidade, acabou cometendo suicídio. Com a sua morte, o seu sobrinho Uriel, filho mais novo de Primus - que era protegido dos Rayne, mas foi salvo pelos Gryffindor antes do massacre - foi coroado rei, sendo o único herdeiro vivo dos Pendragon.

O Rei Uriel Pendragon II reinou por pouco mais de quarenta anos, e foi um líder justo e bom, ascendendo os Gryffindor, seus salvadores, à uma alta posição dentro da corte, que eles mantêm até os dias de hoje. Ele também criou uma nova tropa à serviço da Guarda Real, à qual nomeou os fundadores do movimento "Asas do Reino" como membros efetivos. Esse novo grupo ficou conhecido como os Brumas, em uma clara referência à cidade onde foi fundado o movimento. Estes tinham como principal objetivo manter a justiça do Rei no limiar das províncias do Reino, onde normalmente esta não conseguia alcançar.

Com o passar dos anos, o grupo foi caindo no esquecimento, mas ele existe até hoje, atuando em segredo nas fronteiras de Cyrondill e nas províncias distantes, lutando em nome da liberdade, da honra e da justiça, à serviço do filho mais velho de Uriel, o Rei Uther Pendragon III, e do Reino da Bretanha.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

História - Os Pendragon


Origem dos Pendragon

Ao assumir o Trono de Pedra, o príncipe Tiberius adotou o sobrenome "Pendragon", alcunha utilizada até então pelos antigos reis da Bretanha, e foi proclamado Rei pelos três imortais sobreviventes à Batalha dos Cinco Exércitos. Desde então, a dinastia Pendragon vem governando a região da Bretanha e uma grande parcela das terras celtas, nórdicas e gaulesas.

A atual Casa Pendragon

Atualmente, o Rei Uther Pendragon III é o governante do reino da Bretanha. Abaixo, um esquema superficial da atual Casa Pendragon:

Rei Uther Pendragon III, casado com a Rainha Helena Pendragon, da Casa Ravenclaw. Dessa união, nasceram três filhos e uma filha: 

- príncipe Uriel Pendragon, o herdeiro do trono, recém-casado com a princesa Myrcella Pendragon, da Casa Slytherin.

- príncipe Théoden Pendragon, chamado de "Domador de Cavalos", seu segundo filho e o mais habilidoso em combate.

- príncipe Theon Pendragon, um bon vivan, seu terceiro filho, ainda não atingiu a maioridade.

- princesa Helen Pendragon, a caçula e única filha, prometida ao herdeiro da Casa Slytherin.

O Rei Uther III também possui dois irmãos homens:

- Lorde Prumas Pendragon, o irmão do meio, chamado de "O Valente", casado com Alissa Pendragon, da Casa Florent. Dessa união, nasceu seu filho único, Alphonse Pendragon, que ainda não atingiu a maioridade. É o atual representante da Casa Pendragon, mas é frequentemente confrontado pelo irmão mais novo, Loras, devido às suspeitas sobre sua possível origem bastarda.

- Sor Loras Pendragon, o irmão mais novo e o mais habilidoso em combate individual, chamado de Lança Rubra, representante do Rei nos conflitos do Norte e líder da tropa da infantaria, solteiro e sem filhos. Possui uma rixa pessoal com o irmão Prumas referente aos direitos de nascimento.

Personagens - A Raposa Cinzenta


PROCURA-SE: "A Raposa Cinzenta"

Procurada em todas as províncias do reino por roubo, peculato, falsificação, furtos, chantagem, assaltos, conspiração, indução ao crime, formação de quadrilha, vandalismo, apropriação indébita, sonegação fiscal, calúnia, fraude, perfídia e impertinência.

Descrição: Usa um manto e capuz cinzas, além de uma máscara de tom escuro, que escondem sua aparência. Presume-se que seja uma mulher caucasiana jovem, cor dos olhos ou cabelos desconhecida. Mede em torno de 1,60 a 1,70 de altura, segundo relatos é muito ágil e atlética, peso normal.

Qualquer cidadão que tiver informações que levem à sua captura será bem recompensado. O anonimato é garantido. Se souber de alguma coisa, mesmo que pequena, procure um membro da guarda de sua cidade. Há recompensas menores para todo tipo de informação que se provar útil.

- Decreto expedido pelo capitão da guarda de Cyrodiil, Hieronymus Lex.

"Que a bênção dos Nove se perpetue sobre vós!"

O sistema monetário do Reinado


Entre os plebeus, o hábito mais comum é utilizar o sistema de permuta, ou seja, realizar trocas e barganhas ao invés de utilizar moedas no comércio. Porém, não é difícil encontrar moedas de baixo valor circulando entre esta classe.

As moedas cunhadas são fabricadas pelos duendes, e são feitas de ouro, prata e bronze. A maioria dos bancos do Velho Continente é dirigida pelos duendes, mas há exceções. O banco mais seguro do mundo é o Banco Braavosi, que fica muito além da fronteira oriental do reino, na cidade-livre de Bravos, e é administrado por uma alta cúpula de duendes monarcas. Aqueles que tentaram roubá-lo jamais escaparam com vida.

As moedas de bronze são chamadas de nuques, peças de bronze ou cobres. Elas são cunhadas com o símbolo de um cervo de um lado (cara) e uma coroa no verso (coroa). Elas existem em maior número e tem a maior circulação entre as pessoas e comerciantes do reino. Dez peças de bronze fazem uma peça de prata e cem peças de bronze fazem uma peça de ouro.

As moedas de prata são chamadas de sicles, peças de prata, gamos ou simplesmente prata. Elas são cunhadas com o símbolo de um cervo coroado - ou de um wyvern, dependendo da região - de um lado (cara) e um cetro e um trono do outro (coroa). Esse tipo de moeda é mais raro de ser encontrado em classes menos abastadas. O salário da guarda é pago em peças de prata. Dez peças de prata fazem uma peça de ouro.

As moedas de ouro, chamadas de galeões, peças de ouro ou dragões, são cunhadas com o símbolo do dragão de um lado (cara) e a efígie do Rei Tiberius I do outro (coroa). Elas são mais incomuns e circulam principalmente entre a classe mais abastada do reino.

Além das moedas, alguns mercadores também costumam utilizar gemas preciosas de diferentes valores para transações comerciais. Em alguns casos, é comum carregar gemas de altos valores ao invés de sacas de peças de ouro, para facilitar as negociações. Pedras da alma também podem ser utilizadas para esse fim. As gemas de mais alto valor são chamadas de mox e são muito raras, mesmo entre os duendes.

Além das moedas comuns, existe também um tipo incomum de moeda que circula entre um nicho de pessoas e não tem nenhum valor comercial, mas acredita-se trazer boa sorte para quem a carrega. São as chamadas "peças de ferro", moedas sem valor que carregam o símbolo de um homem sem rosto (cara) e as palavras "Valar Morghulis. Valar Dohaeris." entalhadas no verso (coroa).


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

História - Pano de fundo do cenário


Há mais de 1200 anos - a data é incerta - uma irmandade conhecida como a Aurora Mística se ergue das sombras para derrubar o governo do Rei Uther Pendragon III. Eles começam a caçar seus filhos e parentes mais próximos, pretendendo a destruição de sua linhagem. Cercado de inimigos no Conselho, o Rei corre perigo de vida iminente, contando apenas com a ajuda de um pequeno séquito de seguidores fiéis, nos quais pode realmente confiar. Mas não por muito tempo...

Aproveitando-se dos problemas causados pelos conflitos internos, os clãs bárbaros avançam espalhando o caos no reino. Tribos rivais se enfrentam no leste e famílias nobres lutam de forma acirrada por poder político. Como se não bastassem esses problemas, legiões de criaturas mágicas e monstros terríveis começaram a expandir seu território, aumentando seus números de forma drástica e tirando o sono dos aldeões.

Uma nova era está surgindo no horizonte, e essa era precisa de heróis que a protejam de um fim trágico. Ainda há esperança: uma profecia foi feita no silêncio das brumas da ilha de Avalon e ela diz:

"A semente plantada em solo bastardo brotará e crescerá para retirar a promessa da rocha. E os pássaros a guiarão para o seu grande triunfo: a árvore se erguerá da terra revolvida, espalhando suas sementes e tornando todas as bandeiras uma só."