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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

História - Organização XIII



Ninguém sabe como ou quando esse grupo de mercenários surgiu. Há pouco mais de dez anos, foram registrados os primeiros indícios de trabalhos sujos realizados pelo bando. Seus serviços já foram requisitados por muitas famílias nobres, e suas atividades abrangem até mesmo as terras do outro lado do mar estreito. Eles aceitam qualquer tipo de serviço, mas cobram muito caro e não costumam perdoar seus credores. Sua fama é péssima até mesmo entre os demais grupos de mercenários e ladrões. Eles se referem frequentemente aos membros do grupo como pessoas impiedosas e desprovidas de sentimentos.

Não se sabe ao certo se o bando possui algum tipo de hierarquia, liderança ou voz de comando. Rumores afirmam que o grupo é sempre composto por treze membros, que são substituídos apenas quando necessário, e portanto essa seria a explicação por trás do seu nome. Seus membros costumam atuar em duplas ou individualmente, pegando vários trabalhos ao mesmo tempo. Cada membro possui capacidades únicas de combate, tornando o grupo muito versátil e letal. Algumas pessoas chegam até mesmo a afirmar que os Treze juntos valem mais do que um pequeno exército.

Os rumores mais recentes no submundo do crime afirmam que a Organização XIII foi contratada por um grupo de cultistas chamado de Irmandade da Aurora Mítica. Não se sabe ao certo para que tipo de serviço, mas uma coisa é certa: onde quer que os Treze estejam envolvidos, sempre haverá uma sombra de tragédia e morte pairando no ar.

domingo, 15 de dezembro de 2013

História - As Asas do Reino e o surgimento dos Brumas


"Liberdade, honra e justiça."

Há mais de meio século atrás, durante uma crise que ameaçou a dinastia Pendragon, surgiu uma facção dentro da Guarda Real, chamada de "As Asas do Reino", que ascenderia à tropa especial que atua nas fronteiras e províncias distantes, conhecida entre os populares como os "Brumas".

Tudo começou quando o perverso Parvius Pendragon ascendeu ao trono após assassinar o seu irmão e herdeiro por direito, Primus. A corte foi dividida e uma parcela da nobreza se posicionou contra à manobra política, uns por repúdio e inimizade ao vilão, outros por interesse político e alguns poucos por lealdade e honra. Longos anos de estratagemas e conspirações se seguiram, culminando em pequenos conflitos contra as famílias, que aos poucos foram enfraquecendo as guarnições das fronteiras, possibilitando assim aos bárbaros e rebeldes uma aproximação do território.

Desesperado para se manter no trono, Parvius orquestrou um verdadeiro banho de sangue, que culminou na erradicação da Casa Rayne, sua principal opositora. Esse fatídico episódio provocou a ira da nobreza, que finalmente decidiu declarar guerra total, incitando a população a se revoltar contra o tirano.

Nos anos que se seguiram à guerra, uma crise quase derrubou o Reinado da Bretanha, que ficou desprotegido a ataques exteriores. Milhares foram mortos, em sua maioria, cidadãos que não tinham relação com as disputas dos nobres. O conflito parecia longe de chegar ao fim, quando uma facção foi fundada por um grupo de desertores da Guarda Real.

Chamada de "As Asas do Reino", e pregando ideais como liberdade e honra, a organização, fundada na cidade de Bruma, foi conquistando cada vez mais membros entre populares e nobreza, culminando em um movimento centralizado, quando antes havia discrepância de interesses entre as famílias. Essa centralização de valores foi crucial para a vitória da oposição, que conseguiu derrubar as defesas da Capital na tentativa de destronar o Rei Parvius, que ao ver a queda da cidade, acabou cometendo suicídio. Com a sua morte, o seu sobrinho Uriel, filho mais novo de Primus - que era protegido dos Rayne, mas foi salvo pelos Gryffindor antes do massacre - foi coroado rei, sendo o único herdeiro vivo dos Pendragon.

O Rei Uriel Pendragon II reinou por pouco mais de quarenta anos, e foi um líder justo e bom, ascendendo os Gryffindor, seus salvadores, à uma alta posição dentro da corte, que eles mantêm até os dias de hoje. Ele também criou uma nova tropa à serviço da Guarda Real, à qual nomeou os fundadores do movimento "Asas do Reino" como membros efetivos. Esse novo grupo ficou conhecido como os Brumas, em uma clara referência à cidade onde foi fundado o movimento. Estes tinham como principal objetivo manter a justiça do Rei no limiar das províncias do Reino, onde normalmente esta não conseguia alcançar.

Com o passar dos anos, o grupo foi caindo no esquecimento, mas ele existe até hoje, atuando em segredo nas fronteiras de Cyrondill e nas províncias distantes, lutando em nome da liberdade, da honra e da justiça, à serviço do filho mais velho de Uriel, o Rei Uther Pendragon III, e do Reino da Bretanha.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sistema - Irmandade da Aurora Mítica


Irmandade da Aurora Mítica

Líder: Desconhecido.
Cores: Dourado e Escarlate.
Símbolo: Nascer do sol.

Lema: “A hora mais escura é a que antecede a aurora.”

Bônus de Atributo: +1 em Inteligência, +1 em Sabedoria, +1 em Sorte;
Bônus de Perícia: +10 de proficiência em Conjuração.
Bônus de Combate: +3 em magias de um tipo ou de uma escola à sua escolha.

Bônus de Classe: Clérigo (aumente os valores dos bônus recebidos em 50%, arredondado para baixo, caso escolha esta classe).

Vantagens: Escolha entre Lampejo (você pode conjurar magias de um determinado tipo a qualquer momento, mesmo não sendo o seu turno) ou Ímpeto Arcano (magias demoram 50% menos tempo para serem conjuradas).

Outros: Os membros da Aurora Mítica carregam um amuleto especial que os permite se comunicar entre si, mesmo à distância.

História: Não se sabe ao certo qual é a origem desta sociedade e o que ela realmente pretende, mas suspeita-se que ela esteja por trás dos ataques recentes aos filhos e parentes próximos do rei Uther... e que a mesma deseja exterminar sua linhagem.

Posição na guerra: Seus objetivos ainda são obscuros e o que se conhece são apenas rumores de suas verdadeiras intenções.